Desabafo da meia noite
Os Homens são tão previsíveis. Baseiam-se em duas regras: amar e odiar descompassadamente. Ou gostamos, ou não gostamos. Não achamos meio termo. E é daí que deriva tudo o resto. Obviamente que ninguém gosta de criar inimizades. Mas eu, particularmente, tento escudar-me ao máximo daqueles "ódiozinhos de estimação". Porque, para mim, ter alguém que nos odeie é como um aspirador de felicidade, um buraco negro que te suga toda a felicidade em ti e não lhe deixa escapar nada.
Afinal de contas, deve ser esse o objectivo de quem te detesta. Não te ver feliz, não querer o teu sucesso. Querer o teu mal. E isso é das coisas mais desprezíveis do ser humano.
O problema são as questões mal resolvidas e as atitudes incompreendidas. A falta de "pôr-se no lugar do outro". E irrita, revolta, dói.
Eis que surge a superioridade: concentrar as nossas energias naquilo que amamos e nos é importante.
